Inteligência emocional: confira 5 dicas de como desenvolver

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Nos últimos anos, aprender a como desenvolver a inteligência emocional se tornou imprescindível para um bom convívio em todos os setores da vida. No entanto, você sabe o que isso significa de verdade? É basicamente a maneira como conseguimos gerenciar as nossas emoções e o impacto que elas causam nas outras pessoas.

O psicólogo Daniel Goleman descreveu a importância da inteligência emocional e como ela pode ser desenvolvida a partir de cinco pilares. Quando essas bases são devidamente fortalecidas, passamos a ter mais sucesso na área profissional e pessoal. Neste post, falaremos um pouco sobre cada um desses cinco pilares. Continue a leitura e fique por dentro!

5 dicas para desenvolver a inteligência emocional

1. Busque o autoconhecimento

É muito comum nos sentirmos mal diante de determinadas situações. O problema é que, na maioria das vezes, não conseguimos identificar e interpretar imediatamente o motivo do mal-estar. Suponhamos que você não goste de falar em público, mesmo que se trate de um grupo seleto.

Dedique algum tempo para analisar e tentar entender por que isso acontece. Qual é a motivação para isso e que tipo de sentimento vem à tona quando você se vê diante de pessoas com a atenção totalmente voltada para você? Ansiedade, frustração, medo?

Entenda qual é a sensação, os sinais que o seu corpo dá quando ela aparece e que pensamentos surgem toda vez que você precisa se expressar diante dos outros. Esse conjunto de sintomas tem um fundamento real? O que de pior poderia acontecer se as suas suspeitas se confirmassem? Imagine tudo isso se desenrolando sem se identificar com o problema. Pode não parecer, mas a sensação de pânico logo se dispersa.

Depois disso, é muito natural que a resposta apareça, e você descubra, por exemplo, que o seu medo de falar em público se baseia na crença de que você não tem domínio suficiente sobre o assunto. Em seguida, você perceberá que nada disso tem fundamento. Já que você dedicou anos da sua vida se especializando justamente no tema em questão.

Quando fazemos esse tipo de incursão dentro de nós mesmos, passamos a nos conhecer e a adquirir poder sobre nossas emoções. E isso nos ajuda a ter mais controle do que sentimos.

2. Tenha controle emocional

Se você começar a praticar o autoconhecimento, aprenderá a reconhecer os seus gatilhos emocionais. Com isso, será capaz de identificar uma possível crise em curso. De posse desse conhecimento, você também terá o poder de controlar a situação e direcioná-la para uma conduta mais positiva.

Imagine que você se encontra sob pressão para realizar algo além do seu alcance por um colega de trabalho ou um amigo. Suponha que a sua atitude usual é cruzar os braços ou comportar-se de forma muito reativa diante de confrontos.

Em vez de agir do mesmo jeito de sempre, tente relaxar, assumindo uma postura mais despojada, com os braços soltos, sem resistência. Nessas horas, ajuda muito fazer uma respiração profunda contando até dez e expirando lentamente em seguida.

O que mais importa nesse exercício de autocontrole é vigiar o que está acontecendo internamente. Policie-se, e você dificilmente perderá o controle das palavras, dos atos e da postura. Quando aprendemos a domar nossos impulsos, deixamos de ser reféns dos acontecimentos externos.

3. Mantenha a motivação

Para alcançar esse pilar da inteligência emocional, é preciso praticar incessantemente o autoconhecimento. É só a partir dele que você terá condições de saber o que quer e, então, sentir entusiasmo para realizar os seus objetivos.

Pessoas influenciadoras e bons líderes são capazes de inspirar todos ao seu redor, além disso, fornecem o melhor suporte nos piores momentos. Isso acontece porque já superaram boa parte de seus medos e sentem-se confiantes o suficiente para doar mais de si e do conhecimento que adquiriram.

Geralmente, pessoas motivadas são aquelas que já entenderam e absorveram a importância da inteligência emocional para atingir suas metas. Aprenda e exercite você também!

4. Exerça empatia

O exercício da empatia parece fácil e óbvio, mas todos nós sabemos que, na prática, isso nem sempre acontece. Na verdade, as histórias de assédio moral em ambientes de trabalho são incontáveis, o que prova a ignorância de muitos líderes quando o assunto é inteligência emocional.

Colocar-se no lugar dos outros não é uma tarefa fácil, mas é extremamente necessário exercitar essa qualidade. Uma boa oportunidade para isso é procurar manter o equilíbrio quando uma pessoa altera a voz para você durante uma discussão ou reunião de trabalho. Procure sinais que expliquem por que essa pessoa está agindo assim e coloque-se no lugar dela.

Se possível, conversar e realmente escutar quem está com dificuldade pode ser uma das melhores demonstrações de empatia. Em momentos de crise emocional, a maioria das pessoas precisa apenas ser ouvida sem julgamentos.

Bons chefes sabem como essa dinâmica funciona e, normalmente, contornam a situação. Além disso, comunicam-se bem com seus liderados e promovem harmonia no convívio de suas equipes. Chegará o dia em que a maioria das empresas terá essa filosofia como base para a sua missão.

5. Cultive relacionamentos positivos com habilidades sociais

Essa é uma das melhores qualidades de um empata nato, que também pode ser tranquilamente conquistada por todos que estejam exercitando o desenvolvimento da inteligência emocional.

Quando se trabalha a empatia, fica mais fácil notar as oportunidades de conexão com as pessoas. Faça isso ouvindo-as, seguindo o ritmo da interação e adaptando-se ao discurso do seu interlocutor sem entrar em confrontos inúteis por meras diferenças de opinião. Assim, você conseguirá se comunicar melhor e com mais clareza.

Um dos grandes desafios do mundo atual é conseguir manter uma conversa civilizada quando há discordância de opiniões. Para desenvolver habilidades sociais, temos que aprender a discordar com educação e consideração pelo outro, ouvindo com atenção antes de rebater qualquer ideia. Só assim, é possível construir relacionamentos positivos e consistentes.

A formação da inteligência emocional é gradual. Isso quer dizer que, muitas vezes, o processo pode se tornar solitário, assim sendo, recaídas em determinados tipos de comportamentos arraigados podem acontecer. Por isso, é fundamental poder contar com pessoas da sua confiança ao longo da sua jornada em busca de adaptação a novas atitudes. Onde você pode procurar ajuda? Entenda:

  • mentores: geralmente, são pessoas que passaram pelas mesmas dificuldades que você e precisaram encontrar caminhos para superá-las. Eles saberão como ajudar a visualizar as diversas situações a fim de tomar decisões de forma mais inteligente;
  • grupos de apoio: nesses locais, você terá a chance de expressar suas emoções e receber ajuda dos demais integrantes. Também é uma alternativa de apoio em que as pessoas aprenderam a superar seus medos e entraves emotivos. Assim, podem auxiliar no direcionamento dos sentimentos conflitantes de uma forma positiva;
  • estudar sobre o assunto: procurar uma literatura especializada pode ajudar a compreender as coisas de maneira mais racional. No entanto, o que mais dá resultado é a prática e a luta diária para mudar de conduta.

Mantenha um caderno de anotações à mão. Quando surgir um instante de descontrole, anote o que houve, suas reações físicas e emocionais e qual foi o resultado do episódio. No início, pode parecer difícil, mas, com as emoções afloradas, o exercício da escrita força o pensamento racional e ajuda a planejar o que fazer em seguida, com mais calma.

Vale lembrar que a demonstração de emoções não é um sinal de fraqueza, e, sim, de humanidade. Contudo, é necessário aprender como desenvolver a inteligência emocional e transmitir o que você sente de forma construtiva. Agindo assim, certamente, você será mais feliz em todos os aspectos.

Se esse tema foi útil, e você considera importante que todos entendam melhor o assunto, compartilhe este conteúdo nas suas redes sociais e ajude a espalhar esse conhecimento!

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