Formatos de arquivos: conheça os dez mais utilizados

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Temos, em nossos computadores, softwares para todo o tipo de demanda: elaboração de logotipos, criação de propagandas publicitárias, edição de fotos, vídeos, textos e muitos outros. Por um lado, é incrível poder contar com toda essa variedade de programas. Por outro, quando o assunto é formatos de arquivos, pode haver muita confusão e usos equivocados de cada um deles.

Pensando nisso, elaboramos uma lista dos 8 principais formatos de arquivos, aqueles utilizados no dia a dia dos softwares mais conhecidos, explicando para que servem e quais são as diferenças entre eles. Pronto para aprender de vez como usar corretamente todos os formatos? Então acompanhe o texto!

O que quer dizer formato?

Esse termo diz respeito à forma como um arquivo é armazenado dentro do disco. Ou seja, suas informações e como elas serão armazenadas e, posteriormente, consultadas e visualizadas, são ditadas pelo formato no qual você escolhe salvar o seu arquivo. O programa usado para lê-lo também dependerá disso.

Ele pode ser facilmente identificado no final do nome com o qual você nomeou o arquivo, antecedido por um ponto final. O nome de uma foto cujo formato seja jpeg, por exemplo, aparecerá desta forma: “nome-da-foto.jpg”.

Quais são os principais tipos de formatos de arquivos?

1. TXT

O TXT também é uma extensão de arquivos de texto, mas, diferente do .doc ou .pdf, ele é um formato bastante “cru”, ou seja, ele não admite quase nenhum tipo de formatação no texto, a não ser coisas simples como a acentuação das palavras.

Esse é o formato gerado pelo bloco de notas do Windows, por exemplo. O bacana do TXT é que ele pode ser aberto em qualquer tipo de programa, justamente por ter essa simplicidade no tipo de informações que tem.

2. DOC

DOC é outro formato de arquivos muito conhecido, próprio do programa Word, da Microsoft. Ao contrário do que acontece com o txt, nele há muitas possibilidades de formatação do texto, inserção de imagem e inúmeros outros recursos.

Os documentos gerados pelo Microsoft Word também podem ser salvos com a nomenclatura .docx, mas, se isso acontecer, não se preocupe: a extensão ganhou essa atualização no nome a partir da versão 2007 do programa, mas se comporta de forma similar à anterior.

3. PDF

O PDF é o grande herói dos formatos de texto e tem sua razão de ser. Sua sigla significa Portable Document Format, ou seja, formato de documento portátil. Esse nome se refere à sua principal característica, que é manter a estrutura das suas informações independentemente de onde ele seja aberto.

Isso quer dizer que o PDF pode ter sido gerado em qualquer software e ser aberto em qualquer plataforma sem ser desconfigurado. Por isso ele é, hoje, o formato mais usado no compartilhamento de documentos via internet. Pode perceber que, normalmente, a maioria dos arquivos que você recebe online tem a extensão .pdf (manuais, notas e recibos, e-books, fichas, orçamentos etc.).

4. PPT

Essa extensão corresponde aos arquivos gerados e editados no Power Point, famoso programa de apresentação de slides. Com ele é possível exibir formas e textos em animações, em slides.

Existe também o PPS, gerado pelo mesmo software. A diferença entre os dois é que o primeiro formato é o editável, e o segundo é a apresentação pronta. Na prática, isso significa que o arquivo .pps é o mais indicado quando você quer compartilhar uma apresentação, já que ele não passará pela página inicial do PowerPoint, que permite visualizar os mecanismos e recursos usados nos slides.

5. JPEG 

O jpeg é um dos formatos mais comuns que temos no leque de opções, usado tanto na internet de forma geral como nos celulares e câmeras digitais. Ele é um formato de imagem e é conhecido por sua capacidade de compactação.

O que o JPEG faz é “comprimir” as imagens e as informações contidas nela. A ideia é gerar um arquivo pequeno, que ocupe pouco espaço. Por isso mesmo, na internet, ele é muito usado, como no Facebook ou sites: eles são menores e, portanto, têm tempo de carregamento reduzido.

A desvantagem é que pode haver uma perda significativa de cores e resolução em imagens em JPEG, dependendo do nível de compressão aplicado. Portanto, arquivos desse tipo não são indicados para impressão em grandes escalas, já que podem prejudicar a visibilidade e qualidade geral da imagem. 

6. PNG

O PNG também é um arquivo de imagem, mas ele conta com um incrível atributo: a transparência. Com ele, é possível criar uma imagem ou símbolo gráfico com um fundo transparente. Ele também suporta milhões de cores, coisa que o JPEG não faz.

Pensemos na criação de logotipos, por exemplo, processo que utiliza muito esse formato. Esses símbolos gráficos são desenvolvidos para serem aplicados por cima de diversas outras mídias ou superfícies: imagens publicitárias, embalagens, entre outros. Para isso, é preciso salvar esse logo de forma que ele não tenha nenhum fundo, assim, o fundo será a superfície ou imagem onde ele está sendo aplicado.

Quem permite fazer isso é o PNG. Além disso, a compressão dele não causa perda de qualidade, como no caso anterior. 

7. EPS

Já o arquivo EPS é usado para trabalhos feitos com vetores. Imagens vetorizadas permitem uma edição e ajustes mais finos e complexos, sem acarretar a perda de qualidade do vetor em questão. 

A grande vantagem de trabalhar com vetores é justamente essa: é possível redimensionar seu design para qualquer tamanho, sem perda de resolução. No processo de criação de logotipos, é essencial ter uma versão do símbolo gráfico vetorizado, assim é possível atender a qualquer futura demanda de uso que ele possa ter (como a elaboração de uma propaganda em outdoor, por exemplo).

8. PSD, CDR e AI

O PSD, CDR e AI nada mais são do que formatos de arquivos editáveis gerados pelo Photoshop, CorelDRAW e Illustrator, respectivamente, sendo o Photoshop e o Illustrator da Adobe enquanto que o CorelDRAW é da Corel Corporations. 

Um arquivo editável é aquele no qual você pode voltar e reestruturar as informações conforme a sua necessidade ou vontade. 

Suponhamos que você criou uma arte em qualquer um desses programas e a exportou em JPEG. É extremamente recomendável que você salve também uma versão do arquivo editável (ou seja, em .psd, .cdr ou .ai), porque se futuramente você quiser, por exemplo, mudar a cor do background, a fonte ou outro elemento, seu trabalho não terá que ser todo refeito do zero.

Documentos com essas extensões permitem a edição em camadas e são muito usados pelos profissionais de comunicação visual, como designers e fotógrafos.

Vale lembrar que um formato de arquivos costuma abrir somente no programa que os originou. Mas, como os três tipos citados acima são programas de uma mesma desenvolvedora, eles conversam entre si (ou seja, um arquivo .ai pode ser aberto no Photoshop, e vice-versa). É interessante testar para ver como eles se comunicam!

Todos os softwares por trás destes formatos de arquivos podem ser instalados e usados nos diferentes sistemas operacionais, como Windows e MacOS, por exemplo, mas é imprescindível ter um computador robusto se você é um profissional da área, já que alguns desses programas exigem das máquinas uma performance superior. Descubra agora mesmo qual a melhor opção para você!

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