escolher tipografias

3 dicas para escolher tipografias ideais

Você sempre encontra dificuldade em escolher tipografias para os seus projetos? Está na hora de desvendar isso de uma vez por todas!
A tipografia é essencial para transmitir a mensagem correta do cliente ao leitor, fazer com que ele se identifique e se sinta engajado com o conteúdo. Confira a seguir nossas dicas e garanta a satisfação e fidelização de seus clientes!

1. Saiba diferenciar os tipos de tipografias

Com serifa

fonte com serifa   

A serifa se trata de pequenos alongamentos nas pontas dos caracteres cuja principal função é dar continuidade ao texto, fazendo com que ele fique menos cansativo para os olhos.

Tipografias com serifa, como por exemplo a Times New Roman, são mais indicadas para grandes blocos de texto e livros, preferencialmente em materiais impressos. No caso de materiais digitais, a serifa pode acabar, de certa forma, “manchando” o texto.

Sem serifa

fonte sem serifa

Outra fonte bastante conhecida no meio acadêmico é a Arial, um bom exemplo de fonte sem serifa. Como comentamos no tópico anterior, esse tipo de tipografia é mais limpo e é indicado, portanto, para materiais digitais, títulos, chamadas e afins, como cartazes promocionais e flyers.

Fantasia

fonte fantasia

São tipografias mais decorativas indicadas para chamar atenção, como em títulos, logotipos e informações que precisam de destaque. O diferencial desse tipo de fonte é que a preocupação estética é maior do que a legibilidade. Um exemplo desse tipo é a famosa Comic Sans, que de tanto ser usada indiscriminadamente acabou se tornando motivo de brincadeira entre os designers.

Script ou manuscrita

fonte manuscrita

Nada mais é do que a tipografia que imita a escrita manual utilizando, principalmente, letras cursivas. É possível encontrar das mais elegantes às mais artísticas, e também costumam ser mais utilizadas em títulos e chamadas. Um exemplo bem conhecido é a fonte Monotype Corsiva.

2. Avalie os aspectos estéticos ao escolher a tipografia

fonte ascendente

Ascendentes e descendentes

Tratam-se das linhas que ascendem (ou seja, estão acima) e descendem (estão abaixo) da linha de base da fonte. Consideramos como ascendentes as letras: b,d,f,h,k,l e t. Já as descendentes consideramos as letras g, j, p, q e y. O tamanho dessas linhas pode influenciar desde o corpo do texto até a organização dos algarismos. Os tipos Old Style alinhavam os algarismos a essas linhas de forma variada, mas atualmente existem tipografias que os alinham de formas uniforme a somente uma linha.

A escolha vai de acordo com sua preferência, mas em caso de materiais que requerem muitos algarismos talvez seja mais interessante optar por uma tipografia que não os alinhe nas ascendentes e descendentes.

Eixo

eixo racionalista

A tipografia pode possuir eixo, ou seja, ser um pouco mais fina em alguma parte dos caracteres. Essa parte afinada varia em linha inclinada ou vertical. Para a linha inclinada, damos o nome de eixo humanista, e sua estética lembra a escrita manual. Já para a linha vertical, denominamos eixo racionalista, e possui característica mais neoclássica e romântica. Ambas são mais agradáveis para leitura em grandes blocos de texto. Já tipografias sem eixo e afinamentos são mais utilizadas em títulos ou chamadas.

Caixa alta, baixa e versalete

versalete

Caixa alta é a forma maiúscula da tipografia, e caixa baixa é a forma minúscula. Algumas tipografias não possuem minúsculas: em seu lugar, possuem versaletes (ou small caps), que são as formas maiúsculas em tamanho de minúsculas, mais utilizadas também em títulos e chamadas.

3. Certifique-se do tipo de mensagem a ser transmitida

Cada tipografia possui uma personalidade e, ao realizar pesquisas e encontrar opções, algumas delas podem acabar se tornando uma armadilha quando você está em busca de inovar em seus projetos. Se a fonte não for ideal para o seu projeto, mesmo que inconscientemente os leitores irão ser prejudicados, portanto, extremo cuidado é necessário.

Preste atenção em sinais óbvios: tipografias muito extravagantes e divertidas costumam deixar seu conceito escancarado. Não insista em uma tipografia western, por exemplo, se esse conceito não estiver verdadeiramente conectado com o seu projeto.

Sempre leve em conta o público que vai ler o material que você está produzindo e escolha o que vai ser mais agradável e cativante para ele, afinal, seu objetivo é engajá-lo com o conteúdo. Dê preferência para tipografias versáteis que permitam formatações, e sempre confirme se a tipografia está de fato compondo o restante das informações. 

Agora que você conferiu nossas dicas para escolher tipografias, com certeza sua mente clareou, certo? Mãos à obra! Utilize essas dicas nos seus projetos e compartilhe esse post nas suas redes sociais para que seus colegas também não percam!

Comments (4)

    1. Olá Sheila!!! Pode ter certeza que você encontrará sim! Semanalmente postamos dicas, tutoriais e conteúdos informativos que ajudam profissionais gráficos a alcançar o sucesso profissional. Continue nos acompanhando 😉

      Grande abraço,
      Equipe KWG

  1. Lembro que vi esse conteúdo na faculdade, mas nem lembrava mais, rs. Bom recordar este tipo de aprendizado. Muito bom artigo, parabéns!

    1. Ei Thamires, recordar é sempre bom, ainda mais quando é sobre um conteúdo que utilizamos diariamente, não é mesmo? Continue nos acompanhando que semanalmente postaremos mais conteúdos como este.

      Grande abraço,
      Equipe KWG

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